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Fornecedor, não coma bola no recurso no pregão!

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A legislação e os regulamentos do pregão exigem que o fornecedor, se quiser interpor recurso, manifeste de forma imediata e motivada a intenção recursal na sessão.
Por exemplo, se na sessão o licitante verifica que seu concorrente tem uma proposta viciada, apresentando uma marca que não atende os requisitos de desempenho exigidos no edital, ele deverá na própria sessão no momento da fase recursal manifestar ao pregoeiro que vai recorrer contra a proposta do seu concorrente pela marca não atender aos requisitos do edital.
Porém, ao voltar ao seu escritório, o licitante verifica outro erro que não viu na sessão (ex. erro da documentação do primeiro colocado). Quanto a esse novo motivo, o licitante perde o direito recursal pois não foi manifestado na sessão.
Por isso que as razões recursais devem estar vinculadas aos motivos levantados na sessão.
Com relação ao novo motivo, o pregoeiro não vai conhecer como recurso.
A dica é que sempre a pessoa física que vai representar a empresa tenha capacitação no tema para que possa de imediato apontar todos os erros e não perder o recurso.
Porém, se acontecer de comer bola, deverá fazer uma petição específica para esse novo motivo e entregar com base no direito de petição (art. 5º , XXXIV, a, CF).